sexta-feira, 28 de maio de 2010

LOST: Não Ficamos Perdidos - Parte 3

Existem formas de arte que marcam a gente. Um filme, uma música, um programa, uma peça de teatro... marcam por entre outras coisas representar ou satisfazer emocionalmente algum momento de nossa vida.

LOST marcou a minha principalmente por 2 motivos.

O primeiro mais banal é que foi a primeira série americana que acompanhei do primeiro episódio até o fim. E não é fácil numa série como essa ficar 6 anos esperando seu desfecho.

O segundo porque ela justamente começou num período muito importante da minha vida e me acompanhou até agora.

LOST começou aqui no Brasil pela ANX em 07 de março de 2005, uma semana depois da minha chegada a Piraí, cheio de curiosidade e expectativas, num início de uma nova vida.

Nesse período, assim como na série, tive momentos de muita dor, a perda de um filho, e momentos de alegria profunda, como o nascimento das minhas duas filhas. Assim como os personagens tinham dúvidas em relação a ilha e o futuro, eu também tinha, e continuo tendo, as minhas.
E a proximidade do final da série angustiava porque não poderia mais compartilhar todas essas dúvidas, afinal um dos muitos méritos da série era o de nos tornar próximos dos seus personagens devido a profundidade e abertura deles e de suas vidas.
Portanto sinto que com o final de LOST se encerra também um ciclo da minha vida e é chegada a hora de dar o próximo passo e seguir em frente como disse Christian Shephard.
No último post sobre LOST uma análise astrológica sobre a série e seus personagens. Afinal é realmente uma série aquariana? E quais serão os signos solares dos principais personagens?
Respostas em breve.

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