As crianças são uma “Metamorfose Ambulante” mesmo, mudam seus gostos a cada minuto. Milena (3 anos) sempre assistiu aos desenhos do Discovery Kids com imenso prazer. Na evolução das preferências vieram Pocoyo, Thomas e seus Amigos, Charlie e Lola, Caillou, Backyardigans, Fifi e os Floriguinhos, Barney e seus Amigos, Lazy Town, Pinky Dinky Doo, Hi5, e até pouco tempo atrás, Mister Maker e Mecanimais. Estes desenhos fizeram parte da programação aqui de casa 100% enquanto a pequenina estivesse acordada. Agora ela tem horror a eles, fazem parte aqui de casa no momento, Os Padrinhos Mágicos, Meninas Super-Poderosas, Dinossauro Rei, Pucca, Combo Ninõs, Mistureba (acho todos horríveis) e, principalmente Bob Esponja. Pois bem, a Laura (1 ano) está começando a se interessar pela TV agora, e infelizmente pelo jeito, não seguirá a mesma programação, submetendo-se a esses últimos. Pena!. A Síndrome do segundo filho, creio, começa assim. Apesar que Bob Esponja é bem legal.
domingo, 5 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Destino X Livre Arbítrio
Um dos temas do meu maior interesse é aquele que trata do Destino X Livre Arbítrio.
Afinal temos total liberdade para agir e escolher nosso caminho? ou
Nosso caminho já está traçado e todas nossas escolhas estão ligadas a ele?
Até que ponto podemos mudar nosso destino?
Apontar respostas para estas, como outras, perguntas não é tarefa muito fácil, já que envolve crenças pessoais e até religiosas.
Um dos meus maiores vícios hoje é assistir a magistral série americana LOST. E nesta quinta temporada o tema do Destino X Livre Arbítrio foi colocado de maneira brilhante pelos seus roteiristas. Irei desenvolver o tema num artigo seguindo obviamente minha crença pessoal, que pode, evidentemente, não corresponder a verdade absoluta (mas esta só Deus mesmo para dizer). Mas antes gostaria de receber comentários de vocês a respeito de Destino e Livre Arbítrio.
E ai, o que vocês me dizem sobre este fascinante tema, heim?
Afinal temos total liberdade para agir e escolher nosso caminho? ou
Nosso caminho já está traçado e todas nossas escolhas estão ligadas a ele?
Até que ponto podemos mudar nosso destino?
Apontar respostas para estas, como outras, perguntas não é tarefa muito fácil, já que envolve crenças pessoais e até religiosas.
Um dos meus maiores vícios hoje é assistir a magistral série americana LOST. E nesta quinta temporada o tema do Destino X Livre Arbítrio foi colocado de maneira brilhante pelos seus roteiristas. Irei desenvolver o tema num artigo seguindo obviamente minha crença pessoal, que pode, evidentemente, não corresponder a verdade absoluta (mas esta só Deus mesmo para dizer). Mas antes gostaria de receber comentários de vocês a respeito de Destino e Livre Arbítrio.
E ai, o que vocês me dizem sobre este fascinante tema, heim?
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Para um planeta melhor
Michael Moore é um excelente cineasta, por vezes manipulador é verdade, mas seus documentários sempre são ótimos. O texto abaixo é um belo exemplar para se refletir sobre o destino que deverimos dar a certas coisas para o bem do nosso planeta. Não que concorde com tudo abaixo descrito, mas considero sua essência digna de minha simpatia. É um pouco longo mas vale a pena ler.
*****
ADEUS, GM
Por Michael Moore
Por Michael Moore
Escrevo na manhã que marca o fim da toda-poderosa General Motors. Quando chegar a noite, o Presidente dos Estados Unidos terá oficializado o ato: a General Motors, como conhecemos, terá chegado ao fim.
Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares ansiosos a respeito do futuro da GMe da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estãoabandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em umacidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria?
É com triste ironia que a empresa que inventou a “obsolescênciaprogramada” – a decisão de construir carros que se destroem em poucosanos, assim o consumidor tem que comprar outro – tenha se tornado elamesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o públicoqueria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah,e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutouaguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e desegurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os “inferiores”carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrãopara os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalhosindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para “melhorar”sua produtividade a curto prazo.
No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes,milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outrospaíses, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadoresamericanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda detantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte doscompradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesmamaneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento dosistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaramchumbo em seus aquedutos.
Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo aindanão está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazerda vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal,trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física emental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas quecresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam oemprego.
Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros!Eu sei, eu sei – quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa decarros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostosjogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeitodisso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosainfra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve serprioridade máxima.
Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elaspoderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energiaalternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta quea melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala eônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura sedeixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obraespecializada?
Já que a GM será “reorganizada” pelo governo federal e pela corte defalências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dostrabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fizo filme “Roger & Eu”, onde tentava alertar as pessoas sobre o futuroda GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessemouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse tersido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideiaseja considerada:
Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares ansiosos a respeito do futuro da GMe da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estãoabandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em umacidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria?
É com triste ironia que a empresa que inventou a “obsolescênciaprogramada” – a decisão de construir carros que se destroem em poucosanos, assim o consumidor tem que comprar outro – tenha se tornado elamesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o públicoqueria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah,e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutouaguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e desegurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os “inferiores”carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrãopara os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalhosindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para “melhorar”sua produtividade a curto prazo.
No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes,milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outrospaíses, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadoresamericanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda detantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte doscompradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesmamaneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento dosistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaramchumbo em seus aquedutos.
Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo aindanão está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazerda vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal,trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física emental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas quecresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam oemprego.
Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros!Eu sei, eu sei – quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa decarros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostosjogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeitodisso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosainfra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve serprioridade máxima.
Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elaspoderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energiaalternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta quea melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala eônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura sedeixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obraespecializada?
Já que a GM será “reorganizada” pelo governo federal e pela corte defalências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dostrabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fizo filme “Roger & Eu”, onde tentava alertar as pessoas sobre o futuroda GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessemouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse tersido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideiaseja considerada:
1. Assim como o Presidente Roosevelt fez depois do ataque a PearlHarbor, o Presidente (Obama) deve dizer à nação que estamos em guerrae que devemos imediatamente converter nossas fábricas de carros emindústrias de transporte coletivo e veículos que usem energiaalternativa. Em 1942, depois de alguns meses, a GM interrompeu suaprodução de automóveis e adaptou suas linhas de montagem paraconstruir aviões, tanques e metralhadoras. Esta conversão não levoumuito tempo. Todos apoiaram. E os nazistas foram derrotados.
Estamos agora em um tipo diferente de guerra – uma guerra que nóstravamos contra o ecossistema, conduzida pelos nossos líderescorporativos. Essa guerra tem duas frentes. Uma está em Detroit. Osprodutos das fábricas da GM, Ford e Chrysler constituem hojeverdadeiras armas de destruição em massa, responsáveis pelas mudançasclimáticas e pelo derretimento da calota polar.
As coisas que chamamos de “carros” podem ser divertidas de dirigir,mas se assemelham a adagas espetadas no coração da Mãe Natureza.Continuar a construir essas “coisas” irá levar à ruína a nossa espéciee boa parte do planeta.
A outra frente desta guerra está sendo bancada pela indústria dopetróleo contra você e eu. Eles estão comprometidos a extrair todo opetróleo localizado debaixo da terra. Eles sabem que estão “chupandoaté o caroço”. E como os madeireiros que ficaram milionários no começodo século 20, eles não estão nem aí para as futuras gerações.
Os barões do petróleo não estão contando ao público o que sabem serverdade: que temos apenas mais algumas décadas de petróleo no planeta.À medida que esse dia se aproxima, é bom estar preparado para osurgimento de pessoas dispostas a matar e serem mortas por um litro degasolina.
Agora que o Presidente Obama tem o controle da GM, deve imediatamenteconverter suas fábricas para novos e necessários usos.
2. Não coloque mais US$30 bilhões nos cofres da GM para que elacontinue a fabricar carros. Em vez disso, use este dinheiro paramanter a força de trabalho empregada, assim eles poderão começar aconstruir os meios de transporte do século XXI.
3. Anuncie que teremos trens-bala cruzando o país em cinco anos. OJapão está celebrando o 45o aniversário do seu primeiro trem bala esteano. Agora eles já têm dezenas. A velocidade média: 265km/h. Média deatrasos nos trens: 30 segundos. Eles já têm esses trens há quase 5décadas e nós não temos sequer um! O fato de já existir tecnologiacapaz de nos transportar de Nova Iorque até Los Angeles em 17 horas detrem e que esta tecnologia não tenha sido usada é algo criminoso.Vamos contratar os desempregados para construir linhas de trem portodo o país. De Chicago até Detroit em menos de 2 horas. De Miami aWashington em menos de 7 horas. Denver a Dallas em 5h30. Isso pode serfeito agora.
4. Comece um programa para instalar linhas de bondes (veículos levessobre trilhos) em todas as nossas cidades de tamanho médio. Construaesses trens nas fábricas da GM. E contrate mão-de-obra local parainstalar e manter esse sistema funcionando.
5. Para as pessoas nas áreas rurais não servidas pelas linhas debonde, faça com que as fábricas da GM construam ônibus energeticamenteeficientes e limpos.
6. Por enquanto, algumas destas fábricas podem produzir carroshíbridos ou elétricos (e suas baterias). Levará algum tempo para queas pessoas se acostumem às novas formas de se transportar, então seainda teremos automóveis, que eles sejam melhores do que os atuais.Podemos começar a construir tudo isso nos próximos meses (não acrediteem quem lhe disser que a adaptação das fábricas levará alguns anos –isso não é verdade).
7. Transforme algumas das fábricas abandonadas da GM em espaços paramoinhos de vento, painéis solares e outras formas de energiaalternativa. Precisamos de milhares de painéis solares imediatamente.E temos mão-de-obra capacitada a construí-los.
8. Dê incentivos fiscais àqueles que usem carros híbridos, ônibus outrens. Também incentive os que convertem suas casas para usar energiaalternativa.
9. Para ajudar a financiar este projeto, coloque US$ 2,00 de impostoem cada galão de gasolina. Isso irá fazer com que mais e mais pessoasconvertam seus carros para modelos mais econômicos ou passem a usar asnovas linhas de bondes que os antigos fabricantes de automóveis irãoconstruir.
Bom, esse é um começo. Mas por favor, não salve a General Motors, jáque uma versão reduzida da companhia não fará nada a não ser construirmais Chevys ou Cadillacs. Isso não é uma solução de longo prazo.
Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo adesistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agoraé hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nosserviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantesdrive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente – e no de trás também.Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascarao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez atravésda janela de um carro na Highway 1. E agora isso chegou ao fim. É umnovo dia e um novo século. O Presidente – e os sindicatos dostrabalhadores da indústria automobilística – devem aproveitar essemomento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste.
Ontem, a último sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da mortecerta naquela noite e viveu por mais 97 anos.Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as “Flint –Michigans” deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho quenós podemos fazer um trabalho melhor.
*****
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Filmes + Filmes
Como cinéfilo que sou, vou postar filmes vistos recentemente com breves comentários:
[REC] (Espanha, 2007) Dirigido por Jaume Balagueró, Paco Plaza. Com: Manuela Velasco, Martha Carbonell, Vicente Gil, Ferran Terraza, Carlos Vicente, Claudia Font, Carlos Lasarte. Um filme assustador que beneficiado por uma estrutura narrativa sempre fascinante, mantêm a tensão o tempo todo. Um novo clássico do terror moderno.(****)
O Lutador (EUA,2008) Dirigido por Darren Aronofsky. Com: Mickey Rourke, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood, Wass Stevens, Judah Friedlander, Mark Margolis, Ernest Miller. Seguramente o melhor filme do ano passado. Um drama forte, comovente e profundo, daqueles que ficam na mente durante muito tempo. E a atuação de Mickey Rourke é simplemente perfeita, digna de Brando. (*****)
Violência Gratuita (EUA,2008) Dirigido por Michael Haneke. Com: Naomi Watts, Tim Roth, Michael Pitt, Brady Corbet, Devon Gearhart, Siobhan Fallon. Este filme me deixou com sensações contraditórias, ao mesmo tempo que gostei da sua contrução, principalmente pelos planos longos, a brincadeira no 3 ato do filme acabou me deixando irritado. Apensar de entender perfeitamente seu objetivo e sendo condenável minha satisfação pela cena, a reversão abrupta da cena me causou, digamos, estranhesa. (***)
Queime Depois de Ler (EUA,2008) Dirigido por Joel e Ethan Coen. Com: George Clooney, Brad Pitt, Frances McDormand, Richard Jenkins, J.K. Simmons, John Malkovich, Tilda Swinton, David Rasche, Jeffrey DeMunn, Dermot Mulroney. Depois do excepcional Onde os Fracos Não Têm Vez, os Irmãos Coen voltam com essa sátira deliciosa e absurda que diverte pelas boas atuações e um roteiro imprevisível. (****)
Marley & Eu (EUA,2008) Dirigido por David Frankel. Com: Owen Wilson, Jennifer Aniston, Eric Dane, Kathleen Turner, Nathan Gamble, Alan Arkin. Esse é daqueles filmes que fascinam pela história bem contada de dramas e situações cômicas que dão a sensação de já termos vividos. E confesso que chorei ao seu final copiosamente. (****)
Apenas uma Vez (Irlanda,2007)Dirigido por John Carney. Com: Glen Hansard, Markéta Irglová, Geoff Minogue, Bill Hodnett, Danuse Ktrestova, Gerard Hendrick, Hugh Walsh, Alaistair Foley, Marcella Plunkett. Existem filmes que você pega na locadora sem esperar nada deles, e de repente ao terminar de assisti-los você pensa: Mas como eu ainda não tinha ouvido falar desse filme ? Tamanha a fascinação que senti, vou fazer um artigo especial sobre ele posteriormente. Mas para adiantar esse é um filme bem pisciano. Simplesmente lindo. (*****)
[REC] (Espanha, 2007) Dirigido por Jaume Balagueró, Paco Plaza. Com: Manuela Velasco, Martha Carbonell, Vicente Gil, Ferran Terraza, Carlos Vicente, Claudia Font, Carlos Lasarte. Um filme assustador que beneficiado por uma estrutura narrativa sempre fascinante, mantêm a tensão o tempo todo. Um novo clássico do terror moderno.(****)
O Lutador (EUA,2008) Dirigido por Darren Aronofsky. Com: Mickey Rourke, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood, Wass Stevens, Judah Friedlander, Mark Margolis, Ernest Miller. Seguramente o melhor filme do ano passado. Um drama forte, comovente e profundo, daqueles que ficam na mente durante muito tempo. E a atuação de Mickey Rourke é simplemente perfeita, digna de Brando. (*****)
Violência Gratuita (EUA,2008) Dirigido por Michael Haneke. Com: Naomi Watts, Tim Roth, Michael Pitt, Brady Corbet, Devon Gearhart, Siobhan Fallon. Este filme me deixou com sensações contraditórias, ao mesmo tempo que gostei da sua contrução, principalmente pelos planos longos, a brincadeira no 3 ato do filme acabou me deixando irritado. Apensar de entender perfeitamente seu objetivo e sendo condenável minha satisfação pela cena, a reversão abrupta da cena me causou, digamos, estranhesa. (***)
Queime Depois de Ler (EUA,2008) Dirigido por Joel e Ethan Coen. Com: George Clooney, Brad Pitt, Frances McDormand, Richard Jenkins, J.K. Simmons, John Malkovich, Tilda Swinton, David Rasche, Jeffrey DeMunn, Dermot Mulroney. Depois do excepcional Onde os Fracos Não Têm Vez, os Irmãos Coen voltam com essa sátira deliciosa e absurda que diverte pelas boas atuações e um roteiro imprevisível. (****)
Marley & Eu (EUA,2008) Dirigido por David Frankel. Com: Owen Wilson, Jennifer Aniston, Eric Dane, Kathleen Turner, Nathan Gamble, Alan Arkin. Esse é daqueles filmes que fascinam pela história bem contada de dramas e situações cômicas que dão a sensação de já termos vividos. E confesso que chorei ao seu final copiosamente. (****)
Apenas uma Vez (Irlanda,2007)Dirigido por John Carney. Com: Glen Hansard, Markéta Irglová, Geoff Minogue, Bill Hodnett, Danuse Ktrestova, Gerard Hendrick, Hugh Walsh, Alaistair Foley, Marcella Plunkett. Existem filmes que você pega na locadora sem esperar nada deles, e de repente ao terminar de assisti-los você pensa: Mas como eu ainda não tinha ouvido falar desse filme ? Tamanha a fascinação que senti, vou fazer um artigo especial sobre ele posteriormente. Mas para adiantar esse é um filme bem pisciano. Simplesmente lindo. (*****)
A primeira vez!
É curioso, quando via blogs de outras pessoas ficava imaginado como seria o meu.
Pois agora começo ainda sem ter a menos idéia de como ele será.
Espero que gostem...
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