sexta-feira, 28 de maio de 2010

Dicas Astrológicas de 29/05 a 04/06/2010

Há momentos que devemos deixar as ilusões de lado e tentar trabalhar mais o prático e conhecido. O mês de junho começa com muita agitação no céu, portanto devemos ter atenção e muito cuidado nas nossas atitudes e usar mais a nossa sensibilidade no tratamento com pessoas e nos assuntos diários.
Dicas para semana de 29 de maio a 04 de junho de 2010.

Áries (de 21 de Março a 20 de Abril): concentre-se muito nesta semana. Mantenha o foco nos seus objetivos diários. Divulgue-se, mostre-se que a oportunidade virá, por menor que ela seja.
Touro (de 21 de Abril a 20 de Maio): muita calma e confiança nesta semana. Use sua sensibilidade positivamente, não entre em energias que possam te colocar para baixo.
Gêmeos (de 21 de Maio a 20 de Junho): chegou a hora da colheita. Se você plantou e cuidou dos seus projetos, eles darão excelentes frutos. Do Contrário, hora de arregaçar as mangas e trabalhar.
Câncer (de 21 de Junho a 21 de Julho): esta na hora de conquistar aquilo que você deseja. Em que estágio você está? Se não iniciou, hora de iniciar, se está no meio, hora de intensificar, se está no final, hora de concluir.
Leão (de 22 de Julho a 22 de Agosto): semana especial para cuidar das finanças e do profissional. Oportunidades novas podem acontecer, somente seja cauteloso para não entrar em barca furada.
Virgem (de 23 de Agosto a 22 de Setembro): momento ideal para reavaliação dos projetos. Entregue-se mais a eles, o que não estiver funcionando mude, o que funcionar intensifique.
Libra (de 23 de Setembro a 22 de Outubro): semana ideal para se destacar no trabalho. Divulgue suas ideias, faça-se mais presente e será reconhecido por isto.
Escorpião (de 23 de Outubro a 21 de Novembro): semana mais voltada para o amor e prazer. Mas cuidado para que isso não atrapalhe o seu profissional. Foco nas coisas mais importantes e nada de dispersão.
Sagitário (de 22 de Novembro a 21 de Dezembro): não é hora de desistir. Mais esforço se estiver difícil, mas mude a direção se sentir que está no caminho errado. A recompensa virá, basta insistir.
Capricórnio (de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro): tava sentido as coisas evoluindo lentamente? Pois a lentidão acabou, portanto foco nos seus principais objetivos, pois a hora de concretizá-los está chegando.
Aquário (de 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): ótima semana para a diversão. Somente tenha cuidado para não exagerar principalmente nas finanças. Descanso também fará bem, porque logo um grande trabalho o espera.
Peixes (de 20 de Fevereiro a 20 de Março): foco em você esta semana. Aproveite para colocar assuntos amorosos e familiares nos trilhos certos.

“A inveja é um subproduto do ego que se sente diminuído quando algo de bom acontece com outra pessoa”


Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
lulareiki@hotmail.com

LOST: Não Ficamos Perdidos - Parte 3

Existem formas de arte que marcam a gente. Um filme, uma música, um programa, uma peça de teatro... marcam por entre outras coisas representar ou satisfazer emocionalmente algum momento de nossa vida.

LOST marcou a minha principalmente por 2 motivos.

O primeiro mais banal é que foi a primeira série americana que acompanhei do primeiro episódio até o fim. E não é fácil numa série como essa ficar 6 anos esperando seu desfecho.

O segundo porque ela justamente começou num período muito importante da minha vida e me acompanhou até agora.

LOST começou aqui no Brasil pela ANX em 07 de março de 2005, uma semana depois da minha chegada a Piraí, cheio de curiosidade e expectativas, num início de uma nova vida.

Nesse período, assim como na série, tive momentos de muita dor, a perda de um filho, e momentos de alegria profunda, como o nascimento das minhas duas filhas. Assim como os personagens tinham dúvidas em relação a ilha e o futuro, eu também tinha, e continuo tendo, as minhas.
E a proximidade do final da série angustiava porque não poderia mais compartilhar todas essas dúvidas, afinal um dos muitos méritos da série era o de nos tornar próximos dos seus personagens devido a profundidade e abertura deles e de suas vidas.
Portanto sinto que com o final de LOST se encerra também um ciclo da minha vida e é chegada a hora de dar o próximo passo e seguir em frente como disse Christian Shephard.
No último post sobre LOST uma análise astrológica sobre a série e seus personagens. Afinal é realmente uma série aquariana? E quais serão os signos solares dos principais personagens?
Respostas em breve.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

LOST: Não Ficamos Perdidos - Parte 2

Quem me conhece sabe do meu fascínio e admiração por LOST, mais sobre isso num próximo post, mas admito que este final alternativo teria me surpreendido muito mais.

terça-feira, 25 de maio de 2010

LOST: Não Ficamos Perdidos

Não há certeza maior na vida que sua finitude. Sejam lá quais forem os caminhos que trilhemos ao longo dessa fascinante e misteriosa jornada, são os erros e aprendizados que ajudam a dizer quem somos. Mais que isso, são os relacionamentos que construímos nessa caminhada, que ninguém consegue fazer sozinho (como pontua Christian Shephard em momento chave desse episódio), que servem como testemunho irrefutável do que fizemos e do impacto que provocamos nas vidas uns dos outros.
Ao longo desses seis anos, uma série de tv nos mostrou a história de pessoas que perdidas em suas jornadas, descobriram numa ilha remota e cheia de mistérios particulares, não o fim, mas o meio para que se encontrassem. Em Jack, Locke, Hurley, Sawyer, Kate e cia, nos vimos refletidos em suas falibilidades, tragédias e conquistas. A ilha? ‘Só’ um lugar de propriedades singulares capaz de catalisar a reunião daqueles que buscavam uma redenção que sequer admitiam procurar. Lost foi uma série sobre pessoas, mas sobretudo para pessoas. Gente como você e eu, que questiona o sentido da vida e que se emocionou com a resposta da principal pergunta levantada ao longo desse período (uma que sequer havíamos considerado no meio de tantas, diga-se): a vida como conhecemos, tão refém de nossa fragilidade física de fato acaba aqui, mas será que isso significa mesmo um fim?
O desfecho de Lost, obra que despertou em todos nós paixões variadas e distintas, veio acompanhado de um gosto agridoce. Se por um lado o ‘The End’ significou a conclusão elaborada, envolvente e emocionante da trajetória daquele grupo de pessoas que enfim pôde se encontrar num plano que não obedece as regras do espaço e do tempo, por outro significou a despedida definitiva de amigos com quem tanto aprendemos ao longo desse período e que agora só poderemos revisitar nas lembranças afetivas de vários momentos marcantes.
Nos traumas e conflitos de cada um daqueles personagens, tivemos a oportunidade de confrontar nossos temores, nossas dúvidas e principalmente nossas certezas. E mesmo que não soubessem disso, Jack e cia nunca estiveram sozinhos naquela ilha. Se torcíamos, vibrávamos e nos emocionávamos com eles e por eles, era porque enquanto espectadores, também ficamos presos em meio a situações que não se encerravam na luta por sobrevivência ou em disputas de razão x fé, destino x livre arbítrio ou bem x mal.
Nos encontros daquela realidade paralela (ela sim o próprio purgatório), os choques de consciência plena que vieram acompanhados pela paz há tanto procurada, só foram possíveis quando cada uma daquelas pessoas enxergou através do amor, os relacionamentos que construiram ou reconstruiram na ilha. Afinal, foi lá que Jin e Sun se reencontraram enquanto casal; que James ‘Sawyer’ Ford viu em Juliet (e ela nele, claro) o porto seguro que sequer sabia existir; que John Locke encontrou num milagre a auto-estima e o amor próprio há tanto perdidos, e que Jack Shephard descobriu no amor de Kate (sim, ela escolheu por ele no fim das contas) e no entendimento de que era preciso dar a própria vida para que outros tivessem uma chance, o caminho de um recomeço espiritual pleno e harmonioso.
O que ‘The End’ evidencia para nós em seu desfecho é que as dores, os sacrifícios e as mortes que aqueles personagens experimentaram na ilha ao longo dessa trajetória nunca foram em vão. O que eles viveram e sentiram foi uma passagem, um estágio de aprendizado cujas lições só seriam efetivamente compreendidas em sua plenitude num outro plano. Um no qual reconciliações ganham forma quando uma vítima perdoa seu assassino, permitindo-se seguir em frente na certeza de ter encontrado o verdadeiro sentido de ser especial e onde a palavra redenção se explica não pela chance de consertar algo, mas sim pela possibilidade de poder lembrar para seguir em frente.
Todo espetáculo tem que terminar, mas é duro ter de se despedir de artistas tão queridos e ver a cortina se fechar num último adeus sem direito a bis. Ainda volta a falar mais desta maravilhosa série colocando um pouco de Astrologia neste fantástico universo. Mas por hora, obrigado Lost por esses seis maravilhosos anos de diversão, entretenimento inteligente e sobretudo pelos muitos momentos de emoção e reflexão. A beleza de seus personagens, sua música, suas ideias e sobretudo de sua companhia me fará muita falta e será para sempre sentida, porém jamais esquecida.
I just don't want to let it go

sábado, 22 de maio de 2010

Dicas Astrológicas de 22 a 28/05/2010

As previsões para a semana.
Comentem aqui e lá.
FOLHA ASTRAL

Preparem-se o tempo passará ainda mais rápido a partir desta semana. Com isso as expectativas e desejos por grandes novidades estarão em alta. Portanto a ansiedade para que tudo o que desejamos venha logo pode causar muita turbulência em nossa vida. Calma e muita paciência nessa face não fazem mal a ninguém.
Dicas para semana de 22 a 28 de maio de 2010.

Áries (de 21 de Março a 20 de Abril): período de muitas mudanças a caminho. Deseje, sonhe, crie expectativas. Apenas cuidado para não sonhar demais e esquecer-se de realizá-las.
Touro (de 21 de Abril a 20 de Maio): muita paciência está semana. Cuidado para não forçar a qualquer custo os seus desejos. Eles se realizarão naturalmente no tempo certo.
Gêmeos (de 21 de Maio a 20 de Junho): hora de colocar suas ideias em prática. Semana ótima para expressão dos seus sentimentos e pensamentos para pessoas que possam lhe ajudar naquilo que você precisa.
Câncer (de 21 de Junho a 21 de Julho): semana excelente para o encontro de oportunidades. Sinta-se feliz e entusiasmado que elas virão. Faça desta semana a melhor até agora. Chega de reclamar.
Leão (de 22 de Julho a 22 de Agosto): semana importante para tomada de decisões. É hora de ação, mesmo sem a certeza de estar no caminho certo. Coragem e muita força de vontade para superar os desafios.
Virgem (de 23 de Agosto a 22 de Setembro): procure se acalmar nesta semana. Diminua o ritmo, procure atividades que não lhe exija demais. É hora de fazer mudanças para se sentir melhor e mais disposto.
Libra (de 23 de Setembro a 22 de Outubro): profissional em alta nesta semana. Procure se envolver ao máximo no trabalho. Projete seu futuro profissional e procure pessoas que possam lhe ajudar a realizá-lo.
Escorpião (de 23 de Outubro a 21 de Novembro): cuide bem das finanças nesta semana. Olho vivo no dinheiro e cuidado com gastos desnecessários. Mude um pouco sua rotina.
Sagitário (de 22 de Novembro a 21 de Dezembro): ótima semana para encontros mais íntimos. Procure atividades prazerosas, com alguém especial e encontre a felicidade.
Capricórnio (de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro): excelente semana para resolver problemas afetivos. Cuidados com a saúde e com o corpo também estão nas prioridades da semana.
Aquário (de 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): ótima semana para encontros. Seja com amigos, com colegas de trabalho, com namorado ou namorada, não importa. Aproveite e divirta-se.
Peixes (de 20 de Fevereiro a 20 de Março): foco na carreira e no amor nesta semana. Profissionalmente novas oportunidades podem aparecer. No amor momentos românticos podem melhorar muito a relação.

“Siga a sua alegria, e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes”. – Joseph Campbell



Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
lulareiki@hotmail.com

sábado, 15 de maio de 2010

Para Minhas Filhas

"Desde que vocês chegaram o meu coração se abriu
Hoje eu sinto mais calor, e não sinto nem mais frio

E o que os olhos não veem o coração pressente
Mesmo na saudade vocês não estão ausentes

Em cada beijo seus
Em cada estrela no céu
Em cada flor no campo
Em cada letra no papel

Que cor terão seus olhos
E a luz dos seus cabelos
Só sei que vou chamá-las
De Laura e Milena."


(Nando Reis) Adap. Livre

Dicas Astrológicas de 15a 21/05/2010

Desde ontem no site as previsões para a semana.
Comentem aqui e lá.
FOLHA ASTRAL
http://www.folhavaledocafe.com.br/

Segue a tendência da semana anterior de seguir a implantação de novos projetos. O céu estará entusiasmado esperando que as novidades ocupem o lugar dos projetos antigos que não deram em nada e nem vão dar mais. Mude e faça agora o que tem que ser feito.
Dicas para semana de 15 a 21 de maio de 2010.

Áries (de 21 de Março a 20 de Abril): tenha claro o que você gosta e lute para que isso faça parte da sua vida. Mostre aos outros o que é importante para você.
Touro (de 21 de Abril a 20 de Maio): priorize mais família nesta semana. Relaxe mais, inclusive no trabalho, para que não haja descontrole. Fuja da pressão.
Gêmeos (de 21 de Maio a 20 de Junho): controle as emoções, busque mais internamente as respostas para suas inquietudes. Divulgar projetos somente se já estiverem plenamente estabelecidos.
Câncer (de 21 de Junho a 21 de Julho): semana romântica com o lado afetivo em alta. Sonhe menos e busque alternativas mais reais. O amor pode estar do seu lado.
Leão (de 22 de Julho a 22 de Agosto): o profissional continua em alta. Aproveite as oportunidades que virão, foque no seu ideal e corra atrás e terá o sucesso prometido.
Virgem (de 23 de Agosto a 22 de Setembro): tenha fé, fortaleça sua relação com o plano espiritual. Ele irá ajudar muito na solução dos problemas e inquietudes que possa estar atrapalhando sua vida.
Libra (de 23 de Setembro a 22 de Outubro): cuidado com decisões precipitadas nesta semana. Tenha sempre em mente as consequências dos seus atos para não se arrepender depois.
Escorpião (de 23 de Outubro a 21 de Novembro): boa semana para estabelecer prioridades. Trabalho, amor, família ou outra coisa, defina qual a mais importante e mantenha o foco nela.
Sagitário (de 22 de Novembro a 21 de Dezembro): prepare-se para as mudanças. Sua rotina poderá sofrer alterações, portanto muita atenção e organização nesta semana.
Capricórnio (de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro): nada de desânimo. Semana ainda lenta nos projetos, mas é só uma face. Persistência e nunca desista daquilo que deseja.
Aquário (de 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): cuidado com o egoísmo. Pense em você, mas agradar os outros, principalmente as pessoas mais próximas, não custa nada.
Peixes (de 20 de Fevereiro a 20 de Março): excelente semana para contatos, principalmente com amigos ou até mesmo com pessoas distantes. Novas oportunidades profissionais estão a caminho.

“Os sonhos devem ser ditos para começar a se realizarem. E como todo projeto, precisam de uma estratégia para serem alcançados. O adiamento destes sonhos desaparecerá com o primeiro movimento.” – Paulo Coelho


Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
Tel: (24) 9297-0664
lulareiki@hotmail.com

sexta-feira, 14 de maio de 2010

07/AGOSTO/2010 – O FIM DE UM MUNDO?


Muito interessante dar uma olhadinha e se preparar para o melhorAdicionar vídeo que está por vir, sem medos ou angústias, apenas fazer aquilo que Jesus sempre disse: "Orai e vigiai"!





07/AGOSTO/2010 – O FIM DE UM MUNDO?

texto por Carlos Maltz - www.carlosmaltz.com


Como você já deve ter percebido, 2010 começou forte. Parece que a Natureza “ligou o turbo”. No consultório, voltei de um mês de férias e encontrei a maioria das pessoas vivendo uma aceleração radical em seus processos existenciais. Em português simples e claro: “o bicho tá pegando”.


E a Astrologia, esta velha senhora, o que tem a nos dizer nesse momento? Ela pode nos auxiliar de alguma forma a compreendermos e nos posicionarmos melhor em relação ao que está acontecendo, e ao que há de vir?


Do alto de seus 5.000 anos de idade, dona Astrô não se abala muito com pouca coisa. Já viu impérios outrora indestrutíveis virarem ruínas...Já viu civilizações que antes ditavam as regras, virarem pontos turísticos... Viu demônios virarem santos, santos virarem demônios, metalúrgicos virarem presidentes, astros do rock virarem astrólogos, políticos outrora muito populares virarem Judas... Enfim... Ela já viu de tudo... E sabe que “a vida vem em ondas como o mar”... Vem e vai... Vai e vem...


Dona Astrô pode nos auxiliar muito num momento desses, em que a corda está esticando. Pode nos lembrar de que isto é um ciclo, e que os ciclos têm a sua natureza, necessidade e duração.


E que ciclo é esse?


Teremos em 2010, mais precisamente no final de Julho de 2010, um alinhamento que (felizmente) não acontece todo momento.


Urano, planeta regente do signo de Aquário, um dos três “deuses da mudança”, geralmente associado à processos de quebras e rupturas radicais em modelos vigentes, completa uma volta e chega ao primeiro grau de Áries, que é também o primeiro grau de todo o Zodíaco. Só isto, já é um acontecimento astrológico significativo, que marca um momento de renovação.


Junto á Urano, vem Júpiter, considerado pelos antigos, como o grande “benéfico” do Zodíaco, também está associado á avanços em paradigmas ideológicos.


No início de 1762, os dois astros estavam alinhados no primeiro decanato do signo de Áries. Este ano é marcado pelo inicio da guerra entre Espanha, maior potência naval da época, e a Inglaterra, que passaria a ser a nova potência maior. O grande império ibérico caminhava para o fim, e o nascente império anglo-saxão começava a despontar.


Em 1845, Urano e Júpiter encontraram-se mais uma vez nos primeiros graus de Áries. Naquele ano, o parlamento britânico promulgou a “Lei Aberdeen”, que foi um passo decisivo para a futura libertação dos escravos, evento que também, sem dúvida nenhuma, foi paradigmático para os padrões da época, e iniciou um novo ciclo para a humanidade, visto que teve um impacto profundo nas relações sociais e econômicas dali para frente.


Em Julho de 1927, novamente Urano e Júpiter chegavam aos primeiros graus de Áries. Aquele foi um ano marcado pela primeira travessia sem escalas do Atlântico, realizada por Charles Lindbergh em seu “Spirit of Saint Louis”. Evento que sem dúvida deixou o mundo muito “menor” do que era até então. Aquele ano também foi marcado por acontecimentos políticos radicais que tiveram importância capital nos desdobramentos futuros. Em Agosto, uma revolta do exército chinês dá origem ao que viria ser o “Exército Vermelho”, que teve papel fundamental na revolução que transformou a face e a história daquele antigo país, e está na base do peso que ele tem hoje no planeta. Naquele mesmo ano, Benito Mussolini promulga a “carta do trabalho”, que transforma a Itália em estado corporativo, e abre as portas para o Fascismo, e Josef Stálin, após expulsar León Trotsky, torna-se líder absoluto do PC e da URSS. Novamente, um mundo estava terminando, e outro estava começando.


Como podemos ver, este alinhamento marca o início de uma mudança radical. As pessoas estão fazendo barulho á respeito de 2012, mas na verdade, o mundo acaba mesmo, é em 2010. Pelo menos o mundo tal qual o conhecemos até aqui.


O céu de 2012 não apresenta nenhum aspecto astrológico radical. Nenhum que chegue próximo ao que teremos esse ano.


Se não bastasse o encontro de Júpiter e Urano em Áries, que como vimos, marca novos momentos politico-ideológicos, temos ainda a posição de Saturno, senhor do tempo e das colheitas nos primeiros graus de Libra, fazendo uma “oposição” exata á conjunção Júpiter-Urano. E Saturno não está só. Com ele vem Marte, como todos sabem, o senhor da guerra. Se isso tudo não bastasse, Plutão, outro “deus da mudança”, implacável e compulsivo, faz uma “quadratura” á esse povo todo, nos primeiros graus de Capricórnio, outros signo “Cardinal”.


O céu está pesado. De todas as conjunções anteriores que eu citei, essa é, sem dúvida, a mais tensa e a mais radical. O velho e o novo estão cara-a-cara para um confronto que já se anuncia há uns três anos. E agora não tem mais como “empurrar com a barriga”, “não tem mais pra onde correr”.


O que está vindo pela frente?


Quem tiver olhos, verá... Um velho mundo morrendo, e um outro, novo,nascendo...


Todos já estamos sentindo a onda gigante de renovação que está chegando...


As mudanças acontecem em todos os níveis: no planeta, em nosso país, aqui no DF e também, como não poderia deixar de ser, em nossos lares, consciências e em nossas vidas. Todos gostam de mudanças planetárias, mas quase ninguém gosta quando elas começam a acontecer em nossas vidas, de verdade.


Quase todos nós, conscientes disto ou não, admitamos isto ou não, somos apegados aos modelos e estilos de nossas vidas, por mais deficientes e causadores de sofrimento que eles sejam. Faz parte de nossa natureza.Somos todos, mais ou menos conservadores. Basta ver quando algo realmente novo chega a Terra, a reação contrária que causa, e a pouca adesão que conquista, num primeiro momento.


O Cristianismo hoje é uma potência política e econômica, influindo em governos, movimentando bilhões e capitaneando guerras. Mas no começo,se limitava a doze pessoas, e durante quinhentos anos, ser simpático a esta idéia era motivo bastante para mandar alguém ser almoço dos leões.


Só que tem momentos, que é mudar ou mudar. E esse é um desses momentos.


Todo esse transtorno e esse “rebuliço” em nossas vidas são as mudanças chegando e batendo na porta dos nossos velhos estilos de vida, que se defendem como podem. Com unhas e dentes, como Saturno e Marte sinalizam.


Será que estamos dispostos a mudar? Será que sabemos o que precisamos mudar? Ou será que ainda estamos pensando que os problemas em nossas vidas são causados pelo ex, pela ex, pelos filhos, a sogra, pelo Lula, pelo Arruda, por nossos inimigos, Deus, o diabo, etc.?


A Tsunami da transformação planetária está batendo na praia. Ou pegamos essa onda e vamos com força para a frente, ou ela nos pega e quebra a espinha dorsal de nossas resistências. A hora de mudar é agora. Se a sua vida já está de pernas para o ar e você não está dando conta sozinho, procure ajuda. Um médico, padre, psicólogo, terapêuta, astrólogo, um amigo de verdade... Enfim, alguém que possa te ajudar a se enxergar, que nós não viemos equipados de fábrica com espelho retrovisor. Somos todos muito hábeis para enxergar cisco no olho do irmão, e cegos para ver a trave em nosso próprio olho...


Boa sorteamigos, e coragem...


Toda força à frente que o novo nos espera... E sua urgência ruge...

C.Maltz.

Coluna Folha Vale do Café (14/05/2010)

FOLHA ASTRAL

A Ansiedade e os Signos

Vivemos um mundo competitivo, em ritmo acelerado, com cobrança em tudo e de todos. E uma das principais consequências deste ritmo louco é a ansiedade.
Ela afeta nossa vida afetiva, principalmente, na nossa alto-estima. Começamos a questionar nosso corpo, nosso relacionamento etc. Na área profissional o nosso emprego e projetos futuros começam a sofrer muitas inquietudes. No espiritual a dúvida começa a ganhar da crença. Na saúde, o nosso sistema imunológico fica mais vulnerável, comemos alucinadamente, em consequência disso engordamos, e questionamos nosso corpo... e assim a roda volta a girar novamente.
A ansiedade, entre outras coisas, é a presença do medo em nossas vidas. Principalmente o medo da perda ou da conquista.
O medo de perder a pessoa amada ou de não encontrá-la, de perder o emprego ou de não encontrá-lo, o medo de ficarmos doentes, medo da violência, medo do futuro, de não ter sucesso...
Temos tanto medo porque perdemos o controle das coisas, sendo omissos com nossos sentimentos, com nossas atitudes e quando privilegiamos os outros, e outras coisas do que a nós mesmos.
Confiar em você, esse é o segredo. E se não conseguir sozinho, envolva-se sempre em pensamentos positivos, leia livros, fique ao lado de pessoas bem humoradas, otimistas, que te impulsionem a olhar a vida de uma forma mais positiva.
Respire profundamente, confie e aja. E dê adeus à ansiedade.
Abaixo como a ansiedade afeta os signos:

Áries (de 21 de Março a 20 de Abril): ansiedade pela conquista. Precisa estar em ritmo de competição o tempo todo para não deixá-la abater.
Touro (de 21 de Abril a 20 de Maio): ansiedade pelos ganhos. Quando o financeiro está mal, ela vem com tudo.
Gêmeos (de 21 de Maio a 20 de Junho): ansiedade em desenvolver ideias. Como pensa demais e não consegue colocar tudo em prática ela aparece e atormenta muito.
Câncer (de 21 de Junho a 21 de Julho): ansiedade pela proteção. É pela carência que a ansiedade entra e fica. Por isso a necessidade exagerada de querer que os outros te protejam.
Leão (de 22 de Julho a 22 de Agosto): ansiedade pelo reconhecimento. Quando não tem o reconhecimento dos outros, a vida passa não ter a menor graça.
Virgem (de 23 de Agosto a 22 de Setembro): ansiedade pelos detalhes. Quando tudo não está do seu jeito, até na saúde ela interfere.
Libra (de 23 de Setembro a 22 de Outubro): ansiedade em agradar a todos. O maior dilema é a escolha, e com ela desagradar alguém.
Escorpião (de 23 de Outubro a 21 de Novembro): ansiedade pela posse. Não ter o controle das pessoas e das situações é a morte.
Sagitário (de 22 de Novembro a 21 de Dezembro): ansiedade pela liberdade. Quando não se tem liberdade de fazer ou falar o que quer, gera uma inquietação muito forte.
Capricórnio (de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro): ansiedade pelo sucesso. O medo do fracasso em algum projeto acaba inibindo demais sua ação.
Aquário (de 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): ansiedade pelo futuro. O excesso de pensamento no futuro acaba gerando um presente muito conflituoso.
Peixes (de 20 de Fevereiro a 20 de Março): ansiedade na realidade. Às vezes o sonho não se realiza, a frustração te domina e pessimismo te paralisa e nada de voltar a sonhar.


Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
Tel: (24) 9297-0664
lulareiki@hotmail.com

domingo, 9 de maio de 2010

A Sua Escolha

Sou um homem de sorte mesmo, pois ter sido escolhido por você, é uma grande dádiva!

Andréia, obrigado pelas nossas filhas e por todo amor que tens me dado!!!

Para as Mães

Mãe,

Obrigado!

sábado, 8 de maio de 2010

Dicas Astrológicas de 08 a 14/05/2010

Desde ontem no site as previsões para a semana.
Comentem aqui e lá.
FOLHA ASTRAL
Semana com boas possibilidades para se colocar em prática projetos que estão aguardados. A Lua Nova que se inicia no dia 13 é favorável as novidades, mas é sempre importante ter cautela e uma forte crença de que tudo vai dar certo.
Dicas para semana de 08 a 14 de maio de 2010.

Áries (de 21 de Março a 20 de Abril): semana certa para você prestar mais atenção as suas necessidades. Mude aquilo que não está funcionando, busque novas ideias.

Touro (de 21 de Abril a 20 de Maio): transformações e mudanças sempre são bem vindas e chegou a hora de você aceitá-las. Abra-se para o novo, dê está oportunidade para você.

Gêmeos (de 21 de Maio a 20 de Junho): está chegando a hora de você colocar aqueles projetos em prática. Só que, por enquanto, faça-o bem discretamente, porém, com muita energia.

Câncer (de 21 de Junho a 21 de Julho): procure encontrar com pessoas especiais para você nesta semana. Deixe a solidão de lado e divirta-se com elas.

Leão (de 22 de Julho a 22 de Agosto): a carreira está em alta nesta semana. Faça contatos se você está procurando novidades. Com determinação e confiança as oportunidades virão até você.

Virgem (de 23 de Agosto a 22 de Setembro): ótima semana para o planejamento e a colocação de novas ideias em prática. Aliás, tudo que você adora. Área do trabalho com possíveis novidades.

Libra (de 23 de Setembro a 22 de Outubro): bom momento para exorcizar medos e angústias. Controle a ansiedade, encare os problemas e resolva-os. Deixe claro suas vontades.

Escorpião (de 23 de Outubro a 21 de Novembro): semana ideal para o relacionamento. Aprofunde a relação, exponha mais os seus sentimentos. O amor agradecerá.
Sagitário (de 22 de Novembro a 21 de Dezembro): cuide-se mais nesta semana. Aproveite para colocar em práticas novas atitudes em relação a sua vida. Perceba os sinais do universo.

Capricórnio (de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro): divirta-se mais nesta semana, se possível com a pessoa amada ao lado. Não guarde os sentimentos só para você, exponha-se mais.

Aquário (de 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): cuide mais dos assuntos pessoais e familiares nesta semana. Resolva antigas e novas pendências, com calma e muita paciência.
Peixes (de 20 de Fevereiro a 20 de Março): vamos colocar as ideias em prática. Semana excelente também para curtir a família e ouvir a opinião dela sobre seus novos projetos.

“Insanidade é fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes” - Albert Einsten


Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
lulareiki@hotmail.com

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sobre a Lei Ficha Limpa

Um dos diretores e roteiristas mais talentosos de nosso Cinema (e, infelizmente, um dos mais subestimados), Jorge Furtado vem construindo, em seu blog (http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado), textos incrivelmente bem articulados sobre os mais diversos temas - e o mais recente , contra a lei da "ficha limpa", é um deles.
Quem vigia os vigilantes?

por Jorge Furtado em 04 de maio de 2010
Um professor, candidato à prefeito de uma pequena cidade do interior, não tinha muito dinheiro para fazer campanha. Conseguiu o apoio de uma gráfica, um desconto para imprimir dois mil panfletos, em duas cores, que iam lhe custar mil reais. Este professor trabalhava há muito tempo com comunidades carentes, criou bibliotecas comunitárias, incentivando à leitura. E aí ele teve uma idéia: cortando seu panfleto, transformaria cada um em quatro marcadores de livros. Assim, pelo mesmo custo, teria quatro vezes mais material para divulgar sua candidatura e ainda lembraria aos eleitores do seu trabalho, talvez até incentivasse algum deles a ler, parecia uma ótima idéia. E assim fez, e assim foi eleito. Eleito e cassado, distribuir panfletos não é crime mas distribuir marcadores de livro sim, o marcador é considerado um brinde, é crime eleitoral.
Este absurdo, possível pela lei já em vigor no país, seria ainda pior se a chamada lei da “ficha limpa” fosse aprovada. O nosso prefeito, julgado e condenado, não poderia sequer ser candidato outra vez, mesmo que a maioria dos eleitores de sua cidade quisesse vê-lo na prefeitura, mesmo que fosse absolvido em última instância e, portanto, julgado inocente.
Se aprovar o projeto da “ficha limpa” a sociedade brasileira estará sinalizando que o poder judiciário, não eleito, é mais confiável que os poderes executivo e legislativo, eleitos. Estará sinalizando que ela, a sociedade brasileira, é incompetente para governar a si mesma.
Se for aprovado, o tal projeto da “ficha limpa” tem muita chance de ser considerado inconstitucional, já que a constituição estabelece a presunção de inocência, ninguém é considerado culpado até o trânsito em julgado da sentença, com todas as possibilidades de recurso.
Tenho certeza que todos que assinaram o projeto de lei da “ficha limpa” têm ótimas intenções: melhorar o nível da política brasileira, impedir que contraventores se refugiem na imunidade parlamentar ou que picaretas assumam cargos públicos. Criar uma nova lei, mais uma, ou entregar ao poder judiciário – não eleito - a tarefa de determinar quem pode ou não representar a vontade do eleitor, não parece ser a melhor maneira de atingir estes objetivos.
Nossa democracia tem 21 anos e, na minha opinião, não para de melhorar. Nosso presidentes só melhoraram, o país melhorou muito, as maracutaias são divulgadas, a polícia prende pessoas de várias classes sociais, a imprensa trabalha com total liberdade, a internet garante a diversidade de opiniões. Numa democracia os segredos minguam. Por aqui sobram secretos os arquivos da ditadura, algumas provas apreendidas por operações policiais que vazam de conta-gotas conforme o interesse de quem as detém, onde anda o Picasso do INSS, o grampo sem áudio, de onde veio o dinheiro do dossiê? Ouvi de um empresário, que preferiu não receber créditos pela ótima frase: “Numa democracia com liberdade de expressão somos condenados a ser éticos”. Enquanto os totalitarismos e as religiões lidam com a culpa, uma doença, a democracia opera com o “medo de ser apanhado”, uma atitude muito saudável.
Os que não tem gostado das escolhas que o povo brasileiro tem feito e acham que o país vai de mal (Lula) a pior (Dilma), apelam para a moral e os bons costumes, quando não à etiqueta. Vi com meus próprios olhos e ouvi com meus próprios ouvidos cientistas políticos criticando duramente o fato de um presidente democraticamente eleito, deposto por um golpe de estado e asilado político de uma embaixada brasileira, estar estendendo roupas no jardim e colocando os seus pés sobre a mesinha da sala! A nossa mesinha! E usando aquele chapéu! Ontem mesmo vi e ouvi jornalistas, cientistas políticos, deputados de diferentes partidos, rindo e fazendo piadas sobre o estado do Maranhão. A frase “ele e o Maranhão se merecem” foi festejada às gargalhadas.
A onda moralista e os preconceitos, incentivados pela mídia, não são um problema apenas brasileiro. Noam Chomsky, entrevistado por Chris Hedges no site Internet Truthdig, alerta para o desencanto com a política nos Estados Unidos, sentimento amplificado pela ultra-direita americana:
“Nunca vi nada parecido em toda a minha vida. O humor do país é assustador. O nível de ira, frustração e ódio às instituições não está organizado de maneira construtiva. É desviado para fantasias auto-destrutivas. É muito similar a Alemanha de Weimar, os paralelos são notáveis. Também ali havia uma desilusão tremenda com o sistema parlamentar. (...) Os Estados Unidos tem muita sorte que nenhuma figura carismática e honesta tenha surgido. Todas estas figuras carismáticas são trapaceiros tão evidentes que destroem a si mesmos, como McCarthy ou Nixon ou os pregadores evangelistas. Se surgir alguém carismático e honesto este país estará em sérios problemas, graças a frustração, a desilusão, a compreensível raiva e a ausência de respostas coerentes. O que as pessoas supostamente querem é alguém que lhes diga: ‘Eu tenho a resposta: nós temos um inimigo’. Na Alemanha, o inimigo criado para justificar a crise foram os judeus. Aqui serão os imigrantes ilegais e os negros. Nos dirão que os homens brancos são uma minoria perseguida. Nos dirão que temos que nos defender e defender a honra da nação. Se exaltará a força militar. As pessoas vão apanhar. Esta força pode tomar conta de tudo. E se acontecer será mais perigoso do que foi na Alemanha. Os Estados Unidos detém o poder mundial. A Alemanha era poderosa, mas tinha inimigos mais poderosos.”
Republico aqui trecho de um texto que escrevi um dia desses:
No momento em que quase todos, mais do que nunca, repetem que "políticos são todos ladrões" e que "política é tudo a mesma coisa", me permito dissentir. Nunca me arrependi dos meus votos. Tive sorte? Acho que não. Votei 8 vezes para presidente (considerando primeiros e segundos turnos), sempre no Lula. (Aliás, Lula também votou 8 vezes para presidente, sempre nele mesmo, suponho.) Já votei em Olivio Dutra , Tarso Genro e Raul Pont, para a prefeitura de Porto Alegre o para o governo gaúcho. Votei também nos senadores Pedro Simon e Paulo Paim, no deputado Henrique Fontana, no deputado Flavio Koutzi, na candidata (não-eleita) ao senado Vera Guasso e em vários candidatos a vereador, alguns eleitos outros não, candidatos do PT, PMDB, PDT ou do PSOL. Repito: nunca me arrependi dos meus votos. Há centenas de políticos honestos, desempenhando a tarefa indispensável de manter viva a democracia brasileira. Não digam que são todos iguais. E, se disserem, não acreditem. Basta saber escolher.
E aqui vai um trecho do ótimo texto do Giba Assis Brasil (“Ficha limpa: sou contra!”):
“Em vez do apoio ao projeto, não proponho campanha nenhuma. Apenas um exercício: você lembra em quem votou pra Deputado Federal? Eu lembro. Votei no Eloar Guazzelli em 1978, no Hermes Zanetti em 1982, no Tarso Genro em 1986, no Clóvis Ilgenfritz em 1990, na Esther Grossi em 1994 e 1998, no Marcos Rolim em 2002, na Maria do Rosário em 2006. Empatei: quatro se elegeram, quatro não. Segui pela imprensa o mandato dos que foram pra Brasília, acompanhei mais ou menos de longe a vida pública de todos. Nem sempre concordei com o que cada um deles fez depois do meu voto, pra que partido foi, que cargo assumiu e em que circunstância, que posição tomou em tal crise ou em tal votação. Mas nenhum deles me deu qualquer motivo pra eu me arrepender de ter votado.”
E aqui vai o link para a entrevista do Chomsky:

sábado, 1 de maio de 2010

Eu no Twitter

Apesar de não entender nada, estou no Twitter.
Sigam-me os bons!!!

O Ego e o Medo

O texto é longo, mas é interessante demais.

Sobre o Ego e o Medo

Antes de irmos mais adiante, eu desejava perguntar-vos qual é o vosso interesse fundamental, constante, na vida. Pondo de parte quaisquer respostas equívocas, e encarando a questão direta e honestamente, que responderíeis? Sabeis?

Não é vossa própria pessoa? — Pelo menos é isso o que diria a maioria de nós, se respondêssemos sinceramente. O que me interessa são os meus problemas, meu emprego, minha família, o pequeno canto em que estou vivendo, a conquista de uma posição melhor para mim, mais prestígio, mais poderio, mais domínio sobre os outros etc. etc. Penso que seria lógico reconhecermos para nós mesmos, que é nisso que está principalmente interessada a maioria de nós: primeiro "eu".

Diriam alguns que é mau estarmos interessados principalmente em nós mesmos. Mas, que há de mau nisso senão o fato de o admitirmos tão raramente, decente e honestamente? Se o fazemos, sentimo-nos um tanto envergonhados. Eis, portanto, o fato: Cada um está fundamentalmente interessado em si próprio e, por várias razões, lógicas e tradicionais, pensa que isso é mau. Mas, o que uma pessoa pensa é irrelevante. Ora, porque introduzir esse fator — o pensar que isso é mau? Isso é uma idéia, um conceito. O fato é que, fundamentalmente, e perenemente, cada um está interessado em si próprio.

Direis que é mais satisfatório ajudar o próximo do que pensar em si mesmo. Qual a diferença? Isso continua a ser interesse em si próprio. Se encontrais maior satisfação em ajudar os outros, estais interessado numa coisa que vos proporciona uma satisfação maior. Por que admitir qualquer conceito ideológico a esse respeito? Por que essa maneira dupla de pensar? Por que não dizer: "O que realmente desejo é satisfação, seja sexual, seja ajudando os outros ou tornando-me um grande santo, um grande cientista ou político"? Trata-se do mesmo processo, não achais? Satisfação, de todas as maneiras, sutis ou óbvias, é o que desejamos. Dizendo que desejamos liberdade, desejamo-la porque nesse estado se encontra uma satisfação maravilhosa, e a satisfação máxima, naturalmente, é essa peculiar idéia de auto-realização. O que na verdade estamos buscando é uma satisfação, sem nenhum vestígio de insatisfação.

A maioria de nós aspira à satisfação de ocupar uma certa posição na sociedade, porque temos medo de ser ninguém. A sociedade é formada de tal maneira, que um cidadão que ocupa uma posição respeitável é tratado com toda a cortesia, enquanto aquele que não tem posição é tratado a pontapés. Todos, neste mundo, desejam prestígio, prestígio na sociedade, na família, ou à direita de Deus-Pai, mas esse prestígio tem de ser reconhecido por outros, pois, do contrário, não será prestígio. Queremos estar sempre sentados no palanque. Interiormente, somos remoinhos de aflição e de malevolência, e, por conseguinte, ser olhado exteriormente como uma grande figura proporciona imensa satisfação. Esse anseio de posição, de prestígio, de poder, de ser reconhecido pela sociedade como pessoa de destaque, representa uma vontade de dominar os outros, e essa vontade de domínio é uma forma de agressão. O santo que busca posição em sua santidade é tão agressivo como as aves que se bicam num aviário. E, qual a causa dessa agressividade? O medo, não?

O medo é um dos mais formidáveis problemas da vida. A mente que está nas garras do medo vive na confusão, no conflito, e, portanto, tem de ser violenta, tortuosa e agressiva. Não ousa afastar-se de seus próprios padrões de pensamento, e isso gera a hipocrisia. Enquanto não nos livrarmos do medo, ainda que galguemos o mais alto cume, ainda que inventemos toda espécie de deuses, ficaremos sempre na escuridão.

Vivendo numa sociedade tão corrupta e estúpida, em que a educação nos ensina a competir — o que gera medo — vemo-nos oprimidos por temores de toda espécie; e o medo é uma coisa terrível, que torce e deforma, que ensombra os nossos dias.

Existe o medo físico, mas esse é uma reação herdada do animal. É o medo psicológico que nos interessa aqui, porque, compreendendo os temores psicológicos em nós profundamente enraizados, estaremos aptos a enfrentar o medo animal, ao passo que, se primeiramente nos interessamos no medo animal, jamais compreenderemos os temores psicológicos.

Todos nós temos medo de alguma coisa; não existe o medo como abstração, porém o medo só existe em relação com alguma coisa. Sabeis quais são os vossos temores — o medo de perder vosso emprego, de não ter comida ou dinheiro suficiente; medo do que pensam de vós os vizinhos ou o público, de não serdes um "sucesso", de perderdes vossa posição na sociedade, de serdes desprezado ou ridicularizado; medo da dor e da doença, de serdes dominado por outrem, de não chegardes a conhecer o amor, ou de não serdes amado, de perderdes vossa esposa ou vossos filhos; medo da morte ou de viver num mundo que é igual à morte, um mundo de tédio infinito; medo de vossa vida não corresponder à imagem que os outros fazem de vós; medo de perderdes a vossa fé — esses e muitos outros e incontáveis temores; conheceis vossos temores pessoais? E que costumais fazer em relação a eles? Não é verdade que fugis dele ou que inventais idéias e imagens para encobri-los? Mas, fugir do medo é torná-lo maior.

Uma das causas principais do medo é que não desejamos encarar-nos tais como somos. Assim, temos de examinar tanto os nossos temores como essa rede de vias da fuga que criamos para nos libertarmos deles. Se a mente, que inclui o cérebro, procura dominar o medo, se procura reprimi-lo, discipliná-lo, controlá-lo, traduzi-lo em coisa diferente, daí resulta atrito e conflito, e esse conflito é um desperdício de energia.

A primeira coisa, portanto, que devemos perguntar a nós mesmos é: "Que é o medo, e como nasce?" Que entendemos pela palavra medo, em si? Estou perguntando a mim mesmo o que é o medo e não de que é que tenho medo.

Vivo de uma certa maneira; penso conforme um determinado padrão; tenho algumas crenças e dogmas, e não quero que esses padrões de existência sejam perturbados, porque neles tenho as minhas raízes. Não quero que sejam perturbados porque a perturbação produz um estado de desconhecimento de que não gosto. Se sou separado violentamente das coisas que conheço e em que creio, quero estar razoavelmente seguro do estado das coisas que irei encontrar. As células nervosas criaram, pois, um padrão, e essas mesmas células nervosas recusam-se a criar outro padrão, que pode ser incerto. O movimento do certo para o incerto é o que chamo medo.
Neste momento em que estou aqui sentado, não estou com medo; não tenho medo do presente, nada me está acontecendo, ninguém me está fazendo ameaças nem me tomando nada. Mas, além deste momento presente, uma camada mais profunda da mente está, consciente ou inconscientemente, a pensar no que poderá acontecer no futuro, ou a preocupar-se com algum fato passado que me possa prejudicar. Portanto, tenho medo do passado e do futuro. Dividi o tempo em passado e futuro. O pensamento interfere, dizendo "Tem cuidado, para que isso não torne a acontecer", ou "Prepara-te para o futuro! O futuro pode ser perigoso. Agora tens alguma coisa, mas podes perdê-la. Podes morrer amanhã. Tua esposa pode abandonar-te. Podes perder teu emprego. Talvez nunca te tornes famoso. Podes ver-te na solidão. Precisas estar perfeitamente seguro do amanhã".

Considerai agora vosso temor particular. Olhai-o. Observai vossas reações a ele. Podeis olhá-lo sem nenhum movimento de fuga, de justificação, condenação ou repressão? Podeis olhar aquele medo, sem a palavra que causa medo? Podeis olhar a morte, por exemplo, sem a palavra que suscita o medo da morte? A própria palavra produz um estremecimento, não é exato? — assim como a palavra amor produz seu estremecimento, sua imagem peculiar. Pois bem; a imagem que tendes na mente a respeito da morte, a lembrança de tantas mortes a que assististes, e o relacionar a vossa pessoa com tais incidentes — é essa a imagem que está criando o medo? Ou, com efeito, tendes medo do findar e não da imagem que cria o fim? É a palavra morte que vos causa medo ou é o próprio findar? Se é a palavra ou a memória que vos está causando medo, então não se trata realmente do medo.

Estivestes doente há dois anos, digamos, e a lembrança daquela dor, daquela doença, persiste, e a memória, agora em funcionamento, diz: "Tem cuidado, para não adoeceres de novo!" Por conseguinte, a memória, com suas associações, está criando o medo, e isso não é realmente medo, porque, com efeito, neste momento estais gozando perfeita saúde. O pensamento, que é sempre velho — pois o pensamento é reação da memória, e as lembranças são sempre velhas — o pensamento cria, no tempo, a idéia que vos faz medo, a qual não é um fato real. O fato real é que estais bem de saúde. Mas, a experiência, que permaneceu na mente como memória, faz surgir o pensamento "Tem cuidado para não adoeceres novamente".

Estamos vendo, pois, que o pensamento engendra uma espécie de medo. Mas, separado desse, existe realmente medo? É o medo sempre resultado do pensamento? Se é, existe alguma outra forma de medo? Tememos a morte — uma coisa que acontecerá amanhã ou depois de amanhã, no tempo. Há uma distância entre a realidade e o que será. Ora, o pensamento experimentou esse estado; observando a morte, ele diz: "Eu vou morrer". O pensamento cria o medo da morte; e, se não o cria, existe então realmente o medo?

É o medo resultado do pensamento? Se é, uma vez que o pensamento é sempre velho, o medo é sempre velho. Como dissemos, não há pensamento novo. Se o reconhecemos, ele já é velho. Portanto, o que tememos é a repetição do velho — o pensamento sobre o que foi, projetando-se no futuro. Por conseguinte, o pensamento é o responsável pelo medo. Isso é um fato que podeis observar por vós mesmo. Quando vos vedes diretamente em presença de alguma coisa, não há medo. Só quando surge o pensamento é que há medo.

Por conseguinte, perguntamos agora: É possível à mente viver de maneira completa, total, no presente? Só assim a mente não tem medo. Mas, para compreender isso, tendes de compreender a estrutura do pensamento, da memória e do tempo. E, compreendendo-a, não intelectual nem verbalmente, porém de maneira real, com vosso coração, vossa mente, vossas entranhas, ficareis livre do medo; a mente pode então servir-se do pensamento, sem criar medo.
O pensamento, como a memória, é naturalmente necessário ao viver. É o único instrumento de que dispomos para nos comunicarmos, para trabalharmos em nossos empregos etc. O pensamento é a reação da memória, memória acumulada por meio de experiência, do conhecimento, da tradição, do tempo. Desse acúmulo de memória é que provêm as nossas reações, e essas reações constituem o pensar. O pensamento, portanto, é essencial em certos níveis, porém, quando o pensamento se projeta, psicologicamente, como futuro e como passado, criando o medo bem como o prazer, a mente se embota e, por conseguinte, torna-se inevitável a inércia.

Assim, pergunto a mim mesmo: "Mas por que penso no futuro e no passado em termos de prazer e de dor, quando sei que esse pensamento gera medo? Não é possível o pensamento deter-se, psicologicamente, pois de outro modo o medo nunca terá fim?"

Uma das funções do pensamento é estar continuamente ocupado com alguma coisa. Em geral, desejamos ter a mente continuamente ocupada, para nos impedir de ver-nos como realmente somos. Temos medo de sentir-nos vazios. Temos medo de encarar os nossos temores.

Conscientemente, podeis perceber os vossos temores, mas estais cônscio deles nos níveis mais profundos? E como ireis descobrir os temores ocultos, secretos? Pode o medo dividir-se em consciente e inconsciente? Esta é uma pergunta muito importante. O especialista, o psicólogo, o analista, dividiram o medo em camadas profundas e camadas superficiais, mas, se fordes seguir o que diz o psicólogo ou o que eu digo, tereis a compreensão de nossas teorias, de nossos dogmas, de nossos conhecimentos, mas não tereis a compreensão de vós mesmos. Não podeis compreender-vos de acordo com Freud, Jung, ou de acordo comigo. As teorias de outras pessoas não têm importância alguma. É a vós mesmo que deveis perguntar se o medo pode ser dividido em consciente e subconsciente. Ou só existe medo, que traduzis de diferentes maneiras? Só existe um desejo; só há desejo. Vós desejais. Os objetivos do desejo variam, mas o desejo é sempre o mesmo. Assim, talvez, da mesma maneira, só existe o medo. Tendes medo de uma porção de coisas, mas só existe um medo.

Ao perceberdes que o medo não pode ser dividido, vereis que acabastes com o problema do subconsciente, pregando um logro aos psicólogos e aos analistas. Ao compreenderdes que o medo é um movimento único que se expressa de diferentes maneiras, e ao verdes o movimento e não o objetivo a que se dirige, estareis então em presença de uma questão imensa: Como olhar o medo sem a fragmentação que a mente cultivou?

Só há o medo total, mas como pode a mente que pensa fragmentariamente observar esse quadro total? Pode observá-lo? Temos levado uma vida de fragmentação e só somos capazes de olhar o medo através do processo fragmentário do pensamento. Todo o processo do mecanismo do pensamento é dividir tudo em fragmentos: Eu te amo e eu te odeio; tu és meu amigo, tu és meu inimigo; minhas idiossincrasias e inclinações, meu emprego, minha posição, meu prestígio, minha mulher, meu filho, minha pátria e tua pátria, meu Deus e teu Deus — tudo isso é fragmentação do pensamento. E o pensamento olha o estado atual de medo, ou tenta olhá-lo, e o reduz a fragmentos. Vemos, por conseguinte, que a mente só pode olhar esse medo total quando não há movimentação do pensamento.

Podeis observar o medo sem nenhuma conclusão, sem nenhuma interferência do conhecimento que a seu respeito acumulastes? Se não podeis, então o que estais observando é o passado e não o medo; se podeis, nesse caso estais, pela primeira vez, observando o medo sem a interferência do passado.
Só se pode olhar com a mente muito quieta, assim como só se pode ouvir o que alguém está dizendo, quando a mente não está a tagarelar, a travar consigo um diálogo a respeito de seus problemas e ansiedades. Podeis, da mesma maneira, olhar o vosso medo, sem procurardes dissolvê-lo, sem trazerdes à cena o seu oposto, a coragem; olhá-lo de fato, e não tentar fugir dele?
Quando dizeis: "Eu tenho de controlá-lo, tenho de livrar-me dele, tenho de compreendê-lo" — estais tentando fugir dele.

Podeis observar uma nuvem, uma árvore ou o movimento de um rio, com a mente relativamente quieta porque essas coisas não são sumamente importantes para vós; mas o observar a vós mesmo é muito mais difícil, porque então as exigências são muito práticas, as reações muito rápidas. Assim, quando estais diretamente em contato com o medo ou o desespero, com a solidão e o ciúme, ou qualquer outro estado repulsivo da mente, podeis olhar de maneira tão completa que vossa mente fique suficientemente quieta para vê-lo?

Pode a mente perceber o medo, e não as diferentes formas de medo; perceber o medo total, e não aquilo de que tendes medo? Se olhais meramente para os detalhes do medo ou procurais acabar com os vossos temores um a um, nunca alcançareis o ponto central, que é aprender a viver com o medo.

O viver com uma coisa viva, tal o medo, requer uma mente e um coração altamente sutis, que não chegaram a qualquer conclusão, podendo, portanto, seguir cada movimento do medo. Então, se observardes o medo, e com ele viverdes — e isso não leva um dia inteiro, porque um minuto ou um segundo pode bastar, para se conhecer a inteira natureza do medo — se viverdes com ele completamente, perguntareis, inevitavelmente: "Qual a entidade que está vivendo com o medo?Qual a entidade que está observando o medo, observando cada movimento de todas as formas do medo, e ao mesmo tempo consciente do fato central do medo? Será o observador uma entidade morta, um ente estático, que acumula uma grande quantidade de conhecimentos e informações a respeito de si próprio, e essa coisa morta é que está observando e vivendo com o movimento do medo?" — Qual é a vossa resposta? Não respondais a mim, porém a vós mesmo. Sois vós — o observador — uma entidade morta a observar uma coisa viva, ou sois uma coisa viva a observar outra coisa viva? Porque, no observador existem os dois estados.

O observador é o censor que não deseja o medo; o observador é o conjunto de todas as suas experiências relativas ao medo. E, assim, o observador está separado da coisa a que chama medo; há espaço entre ambos; está perpetuamente tentando dominá-lo ou dele fugir, e daí provém essa batalha entre ele próprio e o medo — essa batalha que é uma enorme perda de energia.

Observando-o, aprendereis que o observador é meramente um feixe de idéias e lembranças sem validade, sem substância nenhuma, ao passo que aquele medo é uma realidade; assim, estais tentando compreender um fato com uma abstração, e isso, naturalmente, não podeis fazer. Mas, será o observador, que diz "Tenho medo", diferente da coisa observada, o medo? O observador é o medo e, uma vez percebido isso, não há mais dissipação de energia no esforço para livrar-se do medo, e o intervalo de tempo-espaço, entre o observador e a coisa observada, desaparece. Quando percebeis que sois uma parte do medo, que não estais separado dele, que vós sois o medo, então nada podeis fazer a seu respeito: o medo terminou totalmente.
Texto extraído do livro "Liberte-se do Passado" de Jiddu Krishnamurti.

Dicas Astrológicas de 01 a 07/05/2010

Folha Astral
www.folhavaledocafe.com.br/

Maio começa com a energia tensa no ar. Ações intempestivas, impulsivas ou precipitadas podem atrapalhar e muito nossa semana. Em períodos de tempestades fortes convêm o recolhimento e não o enfrentamento. Conte sempre até dez antes de tomar qualquer atitude ou falar qualquer coisa.

Dicas para semana de 01 a 07 de maio de 2010.

Áries (de 21 de Março a 20 de Abril): o risco não vale a pena nesta semana ariano. Modere a sua impulsividade e seus desejos. Seja mais leve e menos sério.

Touro (de 21 de Abril a 20 de Maio): fique longe das discussões taurino. Procure ficar calmo principalmente no ambiente familiar, o momento é de conciliação.

Gêmeos (de 21 de Maio a 20 de Junho): sei que é difícil geminiano, mas procure essa semana ouvir mais do que falar. Evite uma exposição exagerada.

Câncer (de 21 de Junho a 21 de Julho): só dê conselhos se for realmente pedido canceriano. Evite mal entendido ou divergências com amigos.

Leão (de 22 de Julho a 22 de Agosto): priorize você nesta semana leonino. Depois tente equilibrar o trabalho e o amor, evitando assim desentendimentos desnecessários.

Virgem (de 23 de Agosto a 22 de Setembro): nesta semana vá mais devagar virginiano. Ótimo momento para traçar novas metas, sonhos e idéias.

Libra (de 23 de Setembro a 22 de Outubro): boas notícias libriano, a semana é excelente para o que você mais gosta, o relacionamento. As pessoas vão te querer por perto.

Escorpião (de 23 de Outubro a 21 de Novembro): atenção no trabalho escorpiano. Você pode atrair pessoas dispostas a discutir com você. Portanto proteja-se e faça cara de paisagem.

Sagitário (de 22 de Novembro a 21 de Dezembro): cuidado com as imposições sagitariano. A semana pede mais humildade e dedicação às coisas mais simples.

Capricórnio (de 22 de Dezembro a 20 de Janeiro): evite gastos desnecessários nesta semana capricorniano. O melhor remédio para a ansiedade é fazer uma coisa que goste muito.

Aquário (de 21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): cuide mais de si mesmo nesta semana aquariano. E dedique-se mais a família, o amor e as amizades.

Peixes (de 20 de Fevereiro a 20 de Março): o profissional está em alta nesta semana, pisciano. Aproveite para usar toda sua criatividade nele, mas cuidado pra não viajar demais.

“Quando Deus criou você, deu um passo para trás e disse:‘Este ficou ótimo!’ ” (Rogério Caldas)


Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
Tel: (24) 9297-0664
lulareiki@hotmail.com

Coluna Folha Vale do Café (30/04/2010)


Folha Astral


Será que Horóscopo dá certo mesmo?

Com certeza, você já ouviu falar em Astrologia.
Não? Mas em Horóscopo já.
Aquele veiculado nos meios de comunicação que fazem as “previsões” do signo, para o dia, a semana, o mês, o ano e por ai vai.
E com uma boa dose de razão você não acreditou, já que muito daquilo não aconteceu na sua vida.
Eu era assim também, pensava: como se pode pretender que a humanidade seja dividida em 12 fatias e que os integrantes de cada uma delas tenham comportamentos e atitudes semelhantes entre si?
Realmente não faz o menor sentido.
Acontece que Astrologia não é esse tipo de Horóscopo. Todos somos seres únicos, distintos uns dos outros. A Astrologia estuda, através do nosso Mapa Astral exatamente quem somos, nossas virtudes e defeitos, porque nossa vida é assim e não assado etc.
A maioria das pessoas sabe pelo menos o seu signo, e antes de tentar entender por quê? Áries é impulsivo, Touro é obstinado, Gêmeos é comunicativo, Câncer é protetor, Leão se adora, Virgem é detalhista, Libra é elegante, Escorpião é enigmático, Sagitário é exagerado, Capricórnio é sério, Aquário é excêntrico e Peixes é sonhador. Devemos nos concentrar em como podemos nos melhorar e com isso melhorar a nossa vida com as oportunidades que nos são dadas.
O Horóscopo é um complemento da Astrologia. Leia-o pensando ser uma dica de como está a energia do seu signo. Algo que se você prestar atenção e seguir entrará em sintonia com o que o universo espera de você num determinado momento.
Portanto começarei a publicar nesse espaço a partir da próxima edição, e semanalmente no site www.folhavaledocafe.com.br, as dicas astrológicas para cada signo e como podemos aproveitá-las da melhor forma possível no nosso dia-a-dia.
Seja bem vindo a esta fantástica viagem que é a sua vida.

“Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida. Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos...” (Joseph Campbell)

Lula Reiki é astrólogo, tarólogo e jornalista.
Consultas e Cursos
Tel: (24) 9297-0664
lulareiki@hotmail.com

Ausência

Fiquei afastado do blog por vários motivos, mas o principal foi por preguiça mesmo.
Agora quero voltar e desempenhar um trabalho mais voltado para o assunto que mais me fascina que é a Astrologia.
Vou colocá-la em tudo, desde futebol até cinema outras das minhas paixões.
Então chega de preguiça e vamos trabalhar.
Bom Astral
E que escorra aos litros o AMOR em nossas vidas!!!